
Desde a mais remota antiguidade, as pedras nos rins ou os cálculos urinários causam sofrimento ao ser humano. Há quatro milênios antes de Cristo, passando pela Grécia e Roma antiga, os médicos já descreviam casos de cálculos.
Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais frequentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12% da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem-mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.
Fatores geográficos contribuem para o aparecimento de cálculos. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedras, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão, devido ao maior grau de desidratação.
Embora não sejam conhecidos por completo os motivos pelos quais os cálculos urinários são formados, acredita-se que vários fatores possam estar envolvidos neste processo:
Fatores genéticos também podem contribuir para o aumento da formação de cálculos, assim como algumas doenças como a GOTA.
A existência de pedras na bexiga pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.
Além disso, a ingestão excessiva de alguns alimentos pode provocar, ou acelerar, distúrbios pré-existentes no nosso organismo, promovendo o desequilíbrio químico necessário para a formação destes cálculos. Por exemplo:
O conselho médico para pessoas que têm cálculos urinários é beber 2 a 3 litros de água por dia e evitar ingestão excessiva de proteína animal, principalmente a da carne vermelha.
Resumidamente, o tratamento dos cálculos pode ser realizado por 4 tipos de abordagem cirúrgica, dependente da localização, tamanho e tipo do cálculo.
Muitos cálculos permanecem por muitos anos sem migração ou crescimento. Quando essas pedras são de pequeno tamanho, podem ser acompanhadas clinicamente.

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