Cirurgia a Laser para HPB em São Paulo
Detalhes do Tratamento:
HPB (hiperplasia prostática benigna) é uma condição comum em homens acima dos 50 anos, muitas vezes silenciosa no início, ela pode dar origem a infecções urinárias de repetição ou até progredir para quadros de insuficiência renal se o fluxo for totalmente bloqueado.
Quando a próstata cresce e aperta o canal, a cirurgia a laser para HPB em São Paulo desponta como a escolha lógica para resolver a obstrução sem cortes na pele e com menos tempo de internação.
Leia abaixo para entender melhor!
Como o laser trata a próstata aumentada sem cortes?
O médico utiliza um aparelho fino com uma câmera na ponta, inserido pelo canal da urina (uretra) até alcançar a próstata.
O procedimento acontece por esse trajeto e a cirurgia a laser atua de duas maneiras.
Na primeira, a energia age como uma espátula de luz que “descasca” e tira o miolo da glândula por inteiro.
Na segunda, o feixe de luz promove uma vaporização instantânea, derretendo o tecido doente e abrindo caminho com uma grande cavitação local para devolver a normalidade ao fluxo urinário.
As técnicas HoLEP e GreenLight tem muitas diferenças?
HoLEP: enucleação da próstata a laser
Aqui o cirurgião usa o laser Holmium para soltar a parte interna da glândula, esse miolo inteiro é empurrado para a bexiga, triturado por um aparelho específico e aspirado.
O grande diferencial desta via é servir para próstatas de qualquer tamanho e o tecido extraído segue para o laboratório de patologia para descartar qualquer risco oculto.
GreenLight: vaporização a laser
O laser verde atinge a glândula e desintegra as células obstrutivas, o tecido evapora.
A vantagem dessa tecnologia aparece na segurança para quem faz uso contínuo de anticoagulantes, já que ela estanca o sangramento de forma instantânea.
Como o tecido vira vapor, não há material para envio ao laboratório.
Característica | HoLEP | GreenLight |
Como age | Descasca e retira o miolo inteiro | Vaporiza o tecido aos poucos |
Tamanho da próstata | Próstatas de qualquer volume | Próstatas menores ou médias |
Nova cirurgia em 5 anos | 4,1% | 12,6% |
Uso de anticoagulante | Exige preparo médico específico | Opção mais segura no mercado |
A diretriz da Associação Americana de Urologia atesta a eficácia dessas tecnologias.
O que varia é a taxa de durabilidade, a chance do paciente precisar operar novamente a próstata no período de cinco anos difere entre as duas, como confirma uma revisão publicada em 2025 no BJUI Compass.
E como é o dia da cirurgia? É tranquilo voltar à rotina?
No hospital:
O paciente recebe anestesia (geral ou raquidiana) e acorda com uma sonda no canal da urina. A internação dura, em média, de 1 a 2 dias. Detalhes dessa fase clínica podem ser lidos na página sobre tratamentos da próstata aumentada.
Primeiros dias:
Já em casa e sem a sonda, é frequente sentir ardência ao urinar, notar o jato sujo de sangue e ter urgência de ir ao banheiro. Beber bastante água lava a bexiga e encurta a duração desses sintomas.
Primeiras semanas:
O período exige repouso relativo, evitar qualquer esforço físico, exercício pesado ou relações sexuais impede sangramentos internos. O urologista avalia a força do novo jato no retorno ao consultório.
O que muda na vida sexual?
A preocupação com a impotência afasta os homens do tratamento. No entanto, a ereção, a libido e a sensação de orgasmo costumam ser integralmente mantidas após o procedimento a laser.
A mudança anatômica que acontece se chama ejaculação retrógrada.
Na hora do clímax, em vez de o sêmen sair pelo pênis, o líquido segue para a bexiga, por encontrar o canal mais aberto e sem o tecido da próstata barrando o retorno.
O sêmen sai na urina seguinte, sem dor e sem causar danos à saúde. Uma revisão sobre os efeitos sexuais do HoLEP mostra que essa ejaculação seca ocorre em 70% a 92,5% dos casos.
Caso ainda haja plano de ter filhos biológicos, o médico precisa ser avisado antes da cirurgia.
Quando o laser costuma ser a escolha?
A intervenção a laser para próstata é encaminhada quando 1. a glândula cresce muito além do limite, 2. quando suspender medicamentos anticoagulantes representa risco para o coração, ou 3. quando o paciente não tem disponibilidade para repousos prolongados.
Existem cenários onde a cirurgia robótica, a RTU convencional, o Urolift ou a embolização entregam os resultados ideais, e é o urologista que define a via de acesso cruzando a tecnologia com o exame físico.
Precisa da sua cirurgia a laser? Conte com o Prof. Dr. Fernando Almeida
Chefe da disciplina de Urologia da UNIFESP e com pós-doutorado pela Universidade da Califórnia (UCLA), o prof. Dr. Fernando Almeida reúne mais de 25 anos de experiência clínica e cirúrgica.
Ele realiza os procedimentos nos grandes hospitais de alta complexidade do país.
Agende uma consulta para cruzar os resultados dos seus exames e planejar com segurança a sua cirurgia a laser HPB em São Paulo.
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